News

Hoje, vivemos em uma sociedade onde muitas pessoas e determinados segmentos e organizações, têm motivação suficiente para criticar, falar mal, achar defeitos e, quando se trata de trazer uma solução, ter uma atitude colaborativa ou reconhecer algum avanço, são tímidos, desmotivados ou não o reconhecem.

A sociedade, como um todo, passa por momentos marcantes como:  seca, fome, discursos de ódio, intolerância, ganância, corrupção, falta de empatia, isolamento social, revolta da natureza, guerra em alguns países e uma pandemia com muitas variantes.

 Se olharmos para um livro antigo, mas, o mais vendido e mais lido no mundo, ele já coloca essas questões, se fazendo contemporâneo e atual. Em Jeremias 16:4, 16:6, 16:9 diz que: “ as pessoas grandes e pequenos morreram de doenças mortais e não poderão enterrar os seus mortos; proibido ir a festas e celebrações; lave as mãos para que não morram (êxodo 30:18-21); mantenha a distância se tiver sintomas; cubra a boca e evite o contato (Levíticos 13:45-46); quem tiver doente deve ficar na sua tenda de 7 a 14 dias (Levíticos 13: 4-5). ” Já em, 2 Crônicas 7:13-14 fala: "Se eu fechar o céu para que não chova ou mandar que os gafanhotos devorem o país ou sobre o meu povo enviar uma praga”, “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra”.

Refletindo sobre isso, você não acha que merece uma atenção especial da nossa parte? Um certo dia, eu estava orando, falando com Deus, pedi a ele uma revelação para levar ao meu programa de rádio, chamado “Espaço da Fé”, e ao adormecer, Ele me revelou, em sonho, uma palavra que não conhecia: “ Aparrie”. Ao pesquisar o significado, encontrei em espanhol, que significa: mostrar-se.

 

Depois de acordar, aquela palavra parecia visível a minha frente, pois, para mim, ficou muito claro que Deus, através da pandemia, iria se mostrar para muita gente e muitas pessoas iriam lhe procurar e lhe buscar, mesmo depois de um tempo sem pensar ou falar o seu nome e, nem sequer, lembrar da sua existência.

 

 Muitas pessoas, no momento de dor, buscavam ao senhor, pediam a cura de seus familiares e entes queridos e pessoas enfermas naquele momento de medo, preocupação, buscavam a salvação de sua vida pedindo perdão a Deus e a cura de sua enfermidade e, mesmo com tudo que estamos vivendo e acontecendo no mundo, ainda existe pessoas que não refletiram sobre estas questões ou não acreditam.

 

Infelizmente, hoje em dia, muitas pessoas continuam destilando críticas e apontando defeitos, com o coração cheio de ódio e amargura. Eles não percebem que essas atitudes, queixas, murmurações, pensamentos agressivos, acusações (ao governo, família, a pessoas, colegas, instituições, empresas...) baixa a imunidade e adoece.  Substitua esses pensamentos e ações por pensamentos positivos, amorosos e compreensivos. Usando o perdão e o amor como princípio. Perdoe o outro, ajude, pois assim você estará fazendo bem a você mesmo. “Tudo que se planta colhe”, então vamos plantar o bem, vamos plantar amor.

 

A falta de amor, de respeito e empatia traz resultados desastrosos a sociedade, a saúde e o bem-estar. Ninguém gosta de estar perto de pessoas negativas, maldosas e de baixo-astral.

 

Vivemos em uma sociedade que o comércio que mais cresce é o da indústria farmacêutica, a cada esquina vimos uma nova farmácia. Isso significa que estamos vivendo em uma sociedade doente, em ambientes “puxa tapete”, na política, no trabalho, até mesmo no esporte, no lazer, etc. Para alguns, quanto pior é melhor, sempre achando problemas e defeitos, “se existe governo eu sou contra”, será que essa pessoa ou essa nova proposta não tem nada de positivo? Precisamos mudar essa realidade.

 

Temos que começar a ter vibrações positivas, ver o lado bom das coisas, ver o lado bom das pessoas, se apegar nas coisas boas e nos pensamentos positivos e deixar o pensamento negativo de lado. Nenhuma pessoa ou proposta é 100% negativa ou positiva, sempre tem os dois lados e o que cabe a cada um de nós é decidir de que forma eu quero ver, será que sou o dono da razão? Não posso considerar a opinião da outra pessoa, quem garante que a nossa opinião é a correta? Não existe saber mais ou saber menos, existe saberes diferentes como já dizia Paulo Freire.

Eu devo escolher por ser feliz, amar, perdoar, colaborar, respeitar as opiniões dos outros e caso for aprovado algo diferente do meu pensamento, eu tenho que me unir aquela proposta e colaborar para que dê certo, pois eu estou no barco e não quero que esse barco afunde.

Eu acredito em atitudes de AMOR, temos o livre arbítrio para escolhermos muitas coisas, propostas, métodos, recursos, lugares e experiências. Podemos escolher amar ou odiar, perdoar ou se vingar, ser críticos ou colaborativo, entender ou não querer entender, cabe a nós decidirmos que caminho vamos seguir. Não importa se você usa a melhor receita ou o melhor método, se você agir com amor, no final, dará tudo certo na sua vida.

A pandemia nos ensinou muitas coisas entre elas: o que mais vale é o SER do que o TER. Devemos estar de bem com a vida, com Deus, com a família e com as pessoas, pois não sabemos o dia de amanhã ou quando chegará o nosso dia de deixarmos essa terra. Não vimos até hoje nenhum caminhão de mudanças acompanhar um funeral.

Não levamos nada quando morrermos e o que deixamos são as coisas boas que fizemos enquanto estivemos aqui. Vamos escolher fazer amigos e não inimigos, escolher destilar amor e não ódio, vamos escolher deixar boas lembranças e saudades. O segredo da felicidade é saber que não vivemos uma vida inutilmente, assim já dizia Érico Veríssimo.

Então vamos ser felizes, deixando marcas positivas por onde passamos. Vamos amar o próximo como a nós mesmos esse é o grande segredo, ensinado pelo arquiteto do universo.

 

         Professor: Alessandro Nunes da Costa 



Galeria de Imagens
Destaques